segunda-feira, maio 23, 2011

The Twilight Samurai


A nomeação para o Óscar para Melhor Filme Estrangeiro de 2004 atesta a qualidade desta película de época realizada por Yoji Yamada. “The Twilight Samurai” é um filme que vai para além do género e introduz-nos a uma personagem cuja ausência de ambição material é substituída pela sua humilde dedicação à família…
A história de um samurai de classe social inferior que roça a miséria ao ponto de vender a “Katana”, herdada de seu pai, para pagar as dívidas e poder ver crescer as suas filhas, “dia após dia, é como ver crescer sementeiras ou ver florescer flores num campo”…
Há anos que o tinha visto (e guardado na minha videoteca), mas já não me lembrava que, para além de uma narrativa interessantíssima, também tem uma fotografia elegantíssima com o sereno Monte Fuji em plano de fundo.

sexta-feira, maio 20, 2011

Exposição Sardinhas Festas de Lisboa’11 -


Exposição Sardinhas Festas de Lisboa’11
Até ao final de Agosto em exposição nas instalações do Millennium BCP da Rua Augusta, Lisboa.

A autora deste desenho é Susana Carvalhinhos.

quinta-feira, maio 19, 2011

"Rainbow" - Long Live Rock 'n' Roll

Mi amigo Jorge suele dejarme discos de su colección para que después podamos discutir la calidad y sonido de algunos grupos que probablemente ya son de la edad de la piedra para algunos. Además de un excelente músico (con su grupo “Tierrakemá”) y muy buena gente, Jorge es un melómano como conozco pocos (sólo superado por José Luis y nuestro Pedro). No os estoy mintiendo, si os digo que me siento un inculto cuando hablamos de esta pasión común que es el “Metal” y el “Rock”…
Es lo que pasa con este álbum de “Rainbow” con su emblemático cantante, ya desaparecido, Ronnie Dio. Con Jorge, y su hermano David, he redescubierto que en 1978 los “strings” y “riffs” de las guitarras de este grupo ya merecían la atención del público.
Para quien le gusta el género, os garantizo que merece la pena. Por ahora es lo que se escucha por aquí.

terça-feira, maio 17, 2011

"Take my Hand"

Happiness

19th National Photo Contest was held by Photo Division of Ministry of Information and Broadcasting, Government of India. Theme was ‘HAPPINESS’. Out of approx. 485 participants and their nearly 2100 entries, three winners and five consolation prizes are awarded on 24th April, 2007.
Pleasure to declare that i stood fourth and it won me a consolation prize.
Divs Sejpal 

Mais uma dessas milhares de imagens que circulam na internet e que me captou a atenção. Só pelo sorriso, vale a pena.

O que se ouve por aqui... "Million Dollar Baby Soundtrack"

Numa tarde de trovoada e céu cinzento, o meu trabalho decorre ao som desta excelente (e simples, como gosto) banda sonora...

segunda-feira, maio 16, 2011

Vai um "chupito" contra a austeridade?

Em pleno Festival da Bifana, encontro um exemplo a criatividade e humor que caracterizam Portugal... Pena que o nosso engenho não se manifesta na classe política e no bem comum...
Como diz a canção do Jorge Palma: "No fundo todos querem ser ditadores"...

My Father's Eyes - Eric Clapton

 No final dos anos 90, costumava ouvir esta música de Eric Clapton (do álbum "Pilgrim") e nunca tinha prestado muita atenção à letra. Hoje, aqui volvidos mais de dez anos, redescubro esta melodia através dos olhos do meu pai... e do meu filho...

Sailing down behind the sun,
Waiting for my prince to come.
Praying for the healing rain
To restore my soul again.

Just a toerag on the run.
How did I get here?
What have I done?
When will all my hopes arise?
How will I know him?
When I look in my father's eyes.
My father's eyes.
When I look in my father's eyes.
My father's eyes.

Then the light begins to shine
And I hear those ancient lullabies.
And as I watch this seedling grow,
Feel my heart start to overflow.

Where do I find the words to say?
How do I teach him?
What do we play?
Bit by bit, I've realized
That's when I need them,
That's when I need my father's eyes.
My father's eyes.
That's when I need my father's eyes.
My father's eyes.

Then the jagged edge appears
Through the distant clouds of tears.
I'm like a bridge that was washed away;
My foundations were made of clay.

As my soul slides down to die.
How could I lose him?
What did I try?
Bit by bit, I've realized
That he was here with me;
I looked into my father's eyes.
My father's eyes.
I looked into my father's eyes.
My father's eyes.

My father's eyes.
My father's eyes.
I looked into my father's eyes.
My father's eyes. 


quarta-feira, maio 11, 2011

"Religião, Porquê?"

A propósito do lançamento do livro de Manuel Souto Teixeira, "Religião, Porquê?", lembrei-me de um bom livro, recomendado pelo meu grande amigo José António Santiago, "Aprender a Viver" de Luc Ferry.
Esta problemática é tão inerente à condição humana que nunca deixará de ser pertinente. O simples facto do homem ter noção da sua efemeridade, algo único e exclusivo da sua inteligência, faz com que o mesmo busque explicações para dar um sentido para a sua existência e "pós-existência".
Dessa dúvida, dessa ânsia, institucionalizou-se, de distintas maneiras, o que entendemos como religião, sacralizando-se tantas coisas ao longo dos tempos que qualquer dia a própria dúvida será sacralizada...
Não confundo religião com o que é do domínio do espírito humano, essa centelha de vida e de inteligibilidade que nos difere da matéria inanimada, nem sacralizo "ismos". Nunca poderei dizer que um ateu não tem razão, nem negar a experiência "mística" de quem quer que seja. Já tive a altivez de me julgar intelectualmente superior a uma crente peregrina em sofrimento e levei uma bofetada mundana que nenhuma ciência me curaria de humildade...
Cresci num ambiente e com uma matriz cultural baseada no cristianismo da igreja católica apostólica romana, conheci os meus primeiros anos através dessa óptica, curiosamente foi um filósofo católico que me fez duvidar que esse deus paternal (aqui não merece a maiúscula) fosse tão misericordioso como mo predicavam...
Comecei a perceber as metáforas e simbolismos de pastores, ovelhas e cordeiros e preferi percorrer o caminho sozinho, aceitando que se tenho que afirmar ou negar Deus tem de ser por mim, pela minha forma e local onde me coloco para ver o que me rodeia. E esse senhor, a quem chamam pai, é muitas vezes pior que um padastro...
Mas, nesse percurso, tu próprio, negando o absurdo, tentando dar sentido por a ausência do mesmo ser tão difícil de suportar, sacralizas instantes, momentos, palavras... tendes a percorrer o mundo de ocidente a oriente, para chegar à simples conclusão que simplesmente se tem de viver esta vida da melhor maneira possível seja com a ausência ou presença do substantivo insubstancial "Deus".   
 

segunda-feira, maio 09, 2011

"These Days" - Bon Jovi


Bem velhinha, a tocar na "estereofonia"... Estes dias o "pop" que a minha irmã ouvia (e consequentemente eu!) veio-me à memória!
Boa noite e bom maio...

domingo, maio 01, 2011

"The Ghost Writer" de Roman Polanski

Numa noite pouco agradável, no silêncio das palavras, pelo menos uma narrativa visual que me ajudou a alienar. Mestria de Polanski e mérito de McGregor.
Como o meu bom amigo Miguel recomendou, um filme que nos remete para as "Wikileaks" que por aí andam e "caem" como bombas mediáticas...
Boa noite...