domingo, agosto 31, 2014
Ultimate Fighting Toys
sábado, dezembro 20, 2008
"Foda-se", por autor desconhecido

Este texto vem a propósito de como o recurso ao "palavrão" pode ser, para além de rude e pouco próprio, verdadeiramente hilariante. Tenho este texto guardado há mais de cinco anos e, para dizer a verdade, não estou seguro que seja da autoria deste autor. Se alguém souber, agradecia que mo dissesse. No entando o autor é brasileiro e o texto está engraçado "comó caralho" escrito em português do Brasil!
O "foda-se!" aumenta a minha auto-estima, torna-me uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Liberta-me. "Não quer sair comigo?! Então, foda-se!"."Vai querer mesmo decidir essa merda sozinho(a)?! Então, foda-se!".
O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição. Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para dotar o nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade os nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo a fazer a sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia.
"Comó caralho", por exemplo. Que expressão traduz melhor a ideia de muita quantidade que "comó caralho"? "Comó caralho" tende para o infinito, é quase uma expressão matemática. A Via Láctea tem estrelas comó caralho, o Sol é quente comó caralho, o universo é antigo comó caralho, eu gosto de cerveja comó caralho, entendes?
No género do "comó caralho", mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso "nem que te fodas!". Nem o "Não, não e não!" e tampouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade "Não, nem pensar!" o substituem. O "nem que te fodas!" é irretorquível e liquida o assunto. Liberta-te, com a consciência tranquila, para outras actividades de maior interesse na tua vida.
Aquele filho pintelho de 17 anos atormenta-te pedindo o carro para ir surfar na praia? Não percas tempo nem paciência. Solta logo um definitivo "Jorginho, presta atenção, filho querido, nem que te fodas!". O impertinente aprende logo a lição e vai para o Centro Comercial encontrar-se com os amigos, sem qualquer problema, e tu fechas os olhos e voltas a curtir o CD (...)
Há outros palavrões igualmente clássicos. Pense na sonoridade de um "Puta que pariu!", ou seu correlativo "Pu-ta-que-o-pa-riu!", falado assim,cadenciadamente, sílaba por sílaba. Diante de uma notícia irritante, qualquer "puta-que-o-pariu!", dito assim, põe-te outra vez nos eixos.
Os teus neurónios têm o devido tempo e clima para se reorganizarem e encontrarem a atitude que te permitirá dar um merecido troco ou livrares-te de maiores dores de cabeça.
E o que dizer do nosso famoso "vai levar no cu!"? E a sua maravilhosa e reforçadora derivação "vai levar no olho do cu!"? Já imaginaste o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: "Chega! Vai levar no olho do teu cu!"? Pronto, tu retomaste as rédeas da tua vida, a tua auto-estima. Desabotoas a camisa e sais à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.
E seria tremendamente injusto não registar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: "Fodeu-se!". E a sua derivação, mais avassaladora ainda: "Já se fodeu!".
Conheces definição mais exacta, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação? Expressão, inclusivé, que uma vez proferida insere o seu autor num providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo assim como quando estás a conduzir bêbedo, sem documentos do carro, sem carta de condução e ouves uma sirene de polícia atrás de ti a mandar-te parar. O que dizes? "Já me fodi!"
Liberdade, igualdade, fraternidade e foda-se!
Autor Desconhecido
terça-feira, novembro 04, 2008
Japonês quer legalizar casamento com personagens de banda desenhada
segunda-feira, setembro 29, 2008
Tropic Thunder: ¡Una guerra muy perra!

Tropic Thunder: ¡Una guerra muy perra! es una comedia dirigida y protagonizada por Ben Stiller que ha arrasado en la taquilla americana. Con el concurso de Jack Black y Robert Downey Jr., Stiller cuenta la historia de un grupo de actores que se traslada a las selvas del sudeste de Asia para rodar el film bélico más caro de la historia. Sus egos y sus manías, pues se juntan intérpretes prestigiosos con estrellas en decadencia, hace que los gastos se disparen. Pero el director se niega a cancelar el rodaje y se interna más en la jungla, con el resultado que la panda se encuentra con auténticos guerrilleros que desconociendo la actividad cinematográfica los toman por soldados de verdad, lo que les obliga a actuar en consecuencia.
Más que un contingente de actores muy conocidos (con "cameos" de Tom Cruise y Tobey Maguire), esta película es una crítica evidente al mundo del cine de Hollywood que va desde el ego de los actores, al seudointelectualismo de los directores y al egoísmo e hipocresía de los grandes productores. No cabe duda que es una película que va más allá de la simple comedia a que Stiller nos acostumbró. El personaje de Downey Jr. Es genial…
terça-feira, setembro 16, 2008
segunda-feira, setembro 15, 2008
Quando mija um português, mijam dois ou três...

Esta fotografia não foi tirada em nenhum desses sítios, mas sim num restaurante, à beira da estrada nacional, na terra de D. Sebastião José de Carvalho e Melo, vulgarmente chamada de Pombal.
Foi aqui que comi arroz de tomate e peixe frito (enfarta brutos), regado com aquilo que o empregado de mesa chamou "tintinho da América". Ora adivinhem lá!? É claro, o vinho que o Pai Natal bebe todos as épocas festivas!!!
O restaurante era grande, mas a sua grandiosidade tem mais que ver com o facto de albergar 12 urinóis do que com o seu real tamanho!





