quinta-feira, abril 16, 2026
Um "memento mori" tão...
quarta-feira, abril 15, 2026
"António Lobo Antunes, el escritor perseguido por el Nobel"
terça-feira, abril 14, 2026
13/IV/2026
13/IV/2026: A propósito de un debate que se va a celebrar entre un historiador y un político, recuerdo lo que escribió el joven filósofo Ryan Holiday (en la foto): "Desde siempre ha habido predicadores y místicos, políticos y gente de la farándula, emprendedores y comerciantes que han sabido jugar con las personas, convencerlas de que los asuntos complicados son sencillos y de que los asuntos sencillos son complicados, y de que ellos, los calumniados o incomprendidos, son los únicos que conocen la verdad".
Aquí tenemos un asunto serio tratado con rigor y una sencillez descomplicada que no engaña a nadie. Entonces, si no es una mentira…, será algo veraz y digno de tener en cuenta.
13/IV/2026: A propósito de um debate que se vai realizar entre um historiador e um político, recordo o que escreveu o jovem filósofo Ryan Holiday (na foto): "Desde sempre houve pregadores e místicos, políticos e gente do espectáculo, empreendedores e comerciantes que souberam jogar com as pessoas, convencê-las de que os assuntos complicados são simples e de que os assuntos simples são complicados, e de que eles, os caluniados ou incompreendidos, são os únicos que conhecem a verdade".
Aqui temos um assunto sério tratado com rigor e uma simplicidade descomplicada que não engana ninguém. Então, se não é uma mentira…, será algo veraz e digno de ter em conta.
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| Ryan Holiday |
"Desafio Brecht" e "Prazeres" de Luis Leal
14/IV/2026 Em 2018 (ano peculiar na minha existência), a propósito da tradução de um poema de Bertolt Brecht e da publicação de uma crónica minha na “Mais Alentejo”, comecei a dinamizar, com alunos (e não só), aquilo a que chamei “Desafio Brecht”, fazendo jus ao poeta e dramaturgo alemão. As possibilidades são infinitas, prazenteiras e, sobretudo, líricas, permitindo aproximar, tanto quanto possível, alguém (muitas vezes que declara não gostar de poesia) de um momento despretensioso e tendencialmente gratuito (parecido a essa coisa tão subversiva e perigosa que é pensar).
Hoje, graças à tecnologia, foi possível ilustrar esses prazeres de antanho ao bom estilo do “Sushi de Kriptonita”, do ilustrador Daniel Kramer. O resultado final é algo que não faz mal a ninguém, e isso… está bem.
14/IV/2026: En 2018 (año peculiar en mi existencia), a propósito de la traducción de un poema de Bertolt Brecht y de la publicación de una crónica mía en Mais Alentejo, comencé a dinamizar, con alumnos (y no solo), aquello a lo que llamé “Desafío Brecht”, haciendo honor al poeta y dramaturgo alemán. Las posibilidades son infinitas, placenteras y, sobre todo, líricas, permitiendo acercar, en la medida de lo posible, a alguien (a menudo quien declara no gustarle la poesía) a un momento sin pretensiones y tendencialmente gratuito (parecido a esa cosa tan subversiva y peligrosa que es pensar).
Hoy, gracias a la tecnología, ha sido posible ilustrar esos placeres de antaño al estilo de “Sushi de Kriptonita”, del ilustrador Daniel Kramer. El resultado final es algo que no hace daño a nadie, y eso… está bien.
segunda-feira, abril 13, 2026
"António Ferro — Espírito em Movimento: Ensaios e Outros Textos"
sexta-feira, abril 10, 2026
Un ciprés en las alforjas...
quinta-feira, abril 09, 2026
Coexistencia tecnológica...
Uma fotografia de Johannes Thomae
segunda-feira, abril 06, 2026
5/IV/2026
domingo, março 29, 2026
Palavras de alguém que só sabe comer
domingo, março 22, 2026
Viver tudo numa noite
sexta-feira, março 20, 2026
O Chuck Norris não Morreu, foi ter com o Bruce Lee ao além para fazer a depilação.
quinta-feira, março 19, 2026
"Determinismo Tóxico" - Crónica de Luis Leal in “Mais Alentejo”, nº 170, p. 86
"Determinismo Tóxico" - Luis Leal
Comecei cedo a prestar atenção a todo o tipo de classes, quero dizer, apercebi-me do mundo tender à classificação, à categorização, à agrupação de características de todo o tipo, segundo determinados critérios. Quando dedicamos algum tempo à escrita, o adjetivo impõe-se como um bom exemplo deste classificar, remetendo o texto ora para territórios de simplificação, onde escasseiam estes vocábulos, ora para a jurisdição do exagero, onde a abundância adjetival é passível de ser acusada de barroca. Gosto de adjetivos, de atribuírem qualidades ao substantivo, da sua flexão de género (masculino e feminino), número (singular ou plural) e grau (diminutivo e aumentativo), e dei por mim a refletir sobre "tóxico", um adjetivo há algum tempo anda nas bocas do mundo para caracterizar um sem fim de coisas materiais ou imateriais susceptíveis de serem contaminadas por elementos nocivos. Gases e substâncias tóxicas, família, amizades e relacionamentos tóxicos, ou na cultura e na sociedade, a política tóxica (proclive à polarização) e a tão falada masculinidade tóxica, devido a uma série (que não é moda, é tendência - remeto para a subtil diferença), homónima à sua problemática: a adolescência.
Não sou alheio a tendências e assisti a este fenómeno de quatro episódios com a certeza de ser uma excelente produção "sign of the times", merecedora de atenção e para nada redutora à temática da acefalia "incel" ou a uma suposta toxicidade atribuída a características masculinas. Poder-se-ia substituir a frustração dos "celibatários involuntários" por outra qualquer reacção odiosa perpetrada por adolescentes que a série seria igualmente pertinente. Mas voltemos à raiz desta minha reflexão: o adjetivo e o seu uso. A banalização, o uso descontextualizado e sem critério do que quer que seja leva à frivolidade e da frivolidade é um passinho até à vacuidade. Ao descontexto somemos-lhe a ignorância e a carência de vocabulário, que, em vez de terminar no silêncio (“em boca fechada não entra mosca”), cada vez mais desemboca num papaguear de propaganda desconcertante para qualquer que etimologicamente creia nos valores de igualdade, dignidade e liberdade, esse anacronismo ético e não a actual perversão mercantilista.
As primeiras pinceladas desta crónica nasceram no barbeiro, devo dizer, recostado enquanto desfrutava do pequeno prazer que é cortar a barba à navalha. Recordo-me de pensar “fazer a barba é um elemento da masculinidade” ao que de imediato repliquei “nah, a barba e o bigode não são apanágio dos homens”. Tão-pouco a toxicidade é um atributo da masculinidade, ao contrário do que vi, no meu ambiente laboral, ser transmitido por alguém, cujo cargo deveria honrar com mais prudência, sem cair em generalizações perigosíssimas. A pessoa em causa (o meu caríssimo leitor já identificou a indiferença de género) afirmou, melhor exclamou, para uma plateia repleta de adolescentes de ambos sexos, que a condição de se nascer homem é sinónimo de "ser agressor". Não sou de grandes indignações, prefiro a calma, às vezes até me calo, não por medo, sim porque sei identificar perdas de tempo, contudo desta vez tive de intervir, não é que os rapazes e raparigas da plateia necessitassem, acredito que o surrealismo da situação os fizesse refletir (continuo a ter esperança no pensamento dos jovens - apesar do “brain rot” recém-diagnosticado), e manifestei o meu desacordo com o que acabara de afirmar, mesmo recorrendo a estatísticas óbvias de os homens serem mais proclives à violência do que a mulher. Estamos perante um total determinismo biológico [e tóxico] da agressividade e da violência que se desarticula com um olhar atento e honesto para a realidade. O seu contra-argumento foi uma acusação: “Não és feminista!”. Aí sim optei pelo silêncio, acabara qualquer tipo de argumentação, fomos derrotados (a pessoa em questão também, apesar de sentir-se vitoriosa) pela ausência de complexidade nos tempos tão complexos que vivemos. Restou-me a retirada de cabeça erguida, amparada por alguns adolescentes, rapazes e raparigas, sabedores de o livre pensamento ir para além dos “ismos”, e uma boa memória de uma verdadeira feminista, a saudosa Ana Luísa Amaral, ao dizer-me, olhos nos olhos, com uma sinceridade indiferente a cromossomas, “Luis, o feminismo é uma questão de direitos humanos”.
Se queremos neutralizar os elementos tóxicos que proliferam pelas nossas sociedades, se queremos proteger-nos desses energúmenos ressabiados com o sexo oposto (ou com o mesmo sexo, para ser inclusivo), não seria mais fácil parar para pensar? Entristece-me a constatação do óbvio, mas nos dias de hoje isso é pedir muito... talvez o que esteja intoxicado seja a razão.
segunda-feira, março 16, 2026
Phoebe (2006-2026)
domingo, março 15, 2026
"El Zen y montar en bicicleta" - Luis Leal (in "Shibumi"
Aquí tenéis esta crónica-ensayo ("El Zen y montar en bicicleta"), que ya existía en portugués y que ahora se comparte en español gracias a las páginas de la revista Shibumi, bajo la excelsa dirección de Pedro Martín González y de Juanma Zarzo, responsable del tratamiento artístico de la misma.
Aqui têm esta crónica-ensaio ("O Zen e Andar de Bicicleta"), que já existia em português e que agora se partilha em espanhol graças às páginas da revista Shibumi, sob a excelsa direção de Pedro Martín González e de Juanma Zarzo, responsável pelo tratamento artístico da mesma.
sexta-feira, março 13, 2026
Uma fotografia de Theodor Hensolt
quarta-feira, março 11, 2026
A trabalhar com as mãos
sábado, março 07, 2026
Não é difícil imaginar...
quinta-feira, março 05, 2026
Morreu o António Lobo Antunes
terça-feira, março 03, 2026
Alfredo Cunha - Deolinda de Jesus, Mãe de António Variações
domingo, março 01, 2026
Iyasareru
quinta-feira, fevereiro 26, 2026
História do Silêncio
domingo, fevereiro 22, 2026
Amadeo e Lucie de Sousa Cardoso
Amadeo e Lucie no Tibidabo (Barcelona, Espanha).
Data de produção das fotografias: 1914.
Fotografia elaborada na Casa Alvão a partir de uma fotografia de grupo de 1910.
Fotógrafo: Casa Alvão (Porto, Portugal)
Data de produção da fotografia: 1912.









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