26/IV/2026: "Y no nos olvidaremos de quienes nos apuñalaron por la espalda" es un fragmento de un discurso de un político pronunciado ayer en la Asamblea de la República de Portugal que me despierta esta mañana. Me pregunto quién habrá apuñalado a este pobre político, con problemas de corazón y de vesícula. ¿Serán los demócratas, esa pérfida gente que quiere retirarle el escaño parlamentario respetando el voto de la mayoría? ¿O será una advertencia ante nuevas venturas? No lo sé, pero sé dónde suelen acabar estos acusados de apuñalamientos simbólicos por políticos con este calibre de memoria: en una fosa común, precedida de un pelotón de fusilamiento. ¿Por qué lo sé? Porque vivo a unos metros de una (de la Guerra Civil española —lean a Mário Neves—) y no deseo a nadie que acabe en una. Insisto, nadie, por mucha bilis que esté segregando en la sociedad...
26/IV/2026: “E não nos esqueceremos de quem nos apunhalou pelas costas” é um fragmento de um discurso de um político proferido ontem na Assembleia da República de Portugal que me acorda esta manhã. Pergunto-me quem terá apunhalado este pobre político, com problemas de coração e de vesícula. Serão os democratas, essa pérfida gente que lhe quer retirar o assento parlamentar respeitando o voto da maioria? Ou será uma advertência a novas venturas? Não sei, mas sei onde costumam acabar estes acusados de apunhalamentos simbólicos por políticos com este calibre de memória: numa vala comum, precedida de um pelotão de fuzilamento. Porque é que o sei? Porque vivo a uns metros de uma (da Guerra Civil espanhola — leiam Mário Neves) e não desejo a ninguém que acabe numa. Insisto, ninguém, por mais bílis que esteja a segregar na sociedade...
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