Kōda asocia la vulgaridad a la envidia, enunciando que "la envidia convive con frecuencia con los corazones vulgares". Es posible, como también es posible que la vulgaridad de uno no dé ninguna importancia a lo que está fuera de sí mismo, sea aún más ignota que envidiosa. ¿Qué será más frecuente: la vulgaridad que envidia o la que ignora todo aquello que queda fuera de sí misma? Lo que me parece cierto es que la vulgaridad convive con tantas cosas... Convive, ese verbo que no me apetece ignorar.
2/IX/2026: Aya Kōda é considerada uma das melhores, senão a melhor, romancista e ensaísta japonesa do século XX. Ao ler as suas palavras traduzidas para espanhol, apercebo-me da sua sensibilidade pouco comum e afastada do vulgar, conceito este afastado de qualquer pedantismo. O que é a vulgaridade? Talvez seja algo de largo espectro, de uma escala benigna até níveis danosos. (Desconheço o meu grau de vulgaridade, parece-me que há momentos em que é considerável, não obstante, dou-me conta de que noutros é difícil de encontrar e isso me empequenece).
Kōda associa a vulgaridade à inveja, enunciando que "a inveja convive frequentemente com os corações vulgares". É possível, como também é possível que a vulgaridade de alguém não dê qualquer importância ao que está fora de si mesmo, seja ainda mais ignota do que invejosa. O que será mais frequente: a vulgaridade que inveja ou aquela que ignora tudo aquilo que fica fora de si mesma? O que me parece certo é que a vulgaridade convive com tantas coisas... Convive, esse verbo que não me apetece ignorar.
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