segunda-feira, junho 30, 2008

"Long Way Down"

Ewan planeó un segundo viaje motero de gran recorrido desde John O'Groats al norte de Escocia hasta Ciudad del Cabo en Sudáfrica, en 2007. El proyecto se llamó Long Way Down haciendo referencia al recorrido a tráves de África. Igualmente el itinerario pasó por centros de trabajo de UNICEF, dado que desde 2004 Ewan Mc Gregor es embajador de buena voluntad de la ONU y ya ha visitado anteriormente varios proyectos de UNICEF, por ejemplo centros para el tratamiento del SIDA.
En el futuro también tiene pensado un tercer viaje a bordo de su moto, nuevamente con su amigo Charley Boorman, compañero de los viajes anteriores. Esta vez partirían desde el Cono Sur de Sudamérica hasta llegar a algún punto en el extremo norte de Norteamérica. Siguiendo los nombres de las dos anteriores ediciones, dicho proyecto se llamaría Long Way Up.
El libro de sus hazañas ya está publicado en inglés y en otros idiomas, pero en español, creo, por lo que he buscado en internet, todavía no lo han traducido.

44 años después... Una Eurocopa roja, amarilla y con mucha alegría

Así presentó Pepe Reina una nueva generación de futbolistas que, cuarenta años después, vuelven con la Eurocopa en las manos, estos son los motes de los atletas que nos han hecho disfrutar con un gran fútbol: "Con el Uno: Sin manos (Casillas). Con el dos: Chorizo criollo (Albiol). El tres: el jabato (Navarro). con el cuatro : Mariscal ( Marchena). con el cinco : Tarzán (Puyol). Con el seis: El que se lleva mal con el sol (Iniesta); con el siete: el mejor pichici (Villa); con el ocho: Humphrey Bogart (Xavi); con el nueve : el niño de España (Torres). con el diez : El empanado (Fábregas); con el 11 : Garrincha (Capdevila); con el 12 : el alevín (Cazorla); con el 13 : El que me ha limpiado 500 euros (Palop); el 14 : el hijo de Cruyfft (X.Alonso); con el 15: El número de Puerta (Sergio Ramos); con el 16 : Faleta (Sergio García); con el 17 : el gitano (Güiza); con el 18 : el segundo más empanado (Arbeloa); el 20 : finito y exquisito (Juanito); el 21 : el benjamín (Silva); el 22 : Maradona (De la Red); el 23 : el humilde speaker (Reina)".

¡Enhorabuena España!

domingo, junho 29, 2008

mejor una cigüeña viva que el yugo las flechas y el águla








El próximo mes de septiembre se cumplirán 65 años de la construcción de la Cruz de los Caídos en mi pueblo ,Valencia de Alcántara. Con este monumento el régimen golpista del general Francisco Franco pretendía homenajear a todos los caídos que dieron su vida por su España, la nacional catolicista o lo que es lo mismo la versión española del fascismo.
Durante esos años y los que le siguieron hasta que llegó la democracia a España ,el “caudillo” se encargó de borrar del medio todos los símbolos de la etapa democrática republicana, represalió y asesinó a miles de personas, firmó sentencias de muerte por las que se fusiló a muchos de los que consideraba enemigos de su España, representada en el yugo, las flechas y el águila imperial de su escudo.
Durante mis primeros años de vida en dicho monumento se nos recordaba la figura del dictador con las palabras FRANCO ,FRANCO ,FRANCO Y JOSE ANTONIO PRESENTES y un enorme escudo de la España que el quiso para todos los españoles.
A primero de los años ochenta todavía se podía leer algunos “héroes” que dieron su vida para liquidar las libertades en la sangrienta guerra civil que enfrentó a los españoles a final de la década de los treinta.
Ya en la década de los 90 se borraron todos los símbolos y nombres de ese periodo negro de la historia de mi país y se homenajeo a todos los españoles muertos en la guerra , fuesen del bando que fuesen.
Lo que sirvió para recordar que España era un gran imperio nacional catolicista representado en el aguilucho de su escudo, hoy sirve de soporte para el nido de
una cigüeña , símbolo actual de la regíón en la que vivo , Extremadura.
Esta mañana de domingo me he sentido feliz al ver que donde hace 65 años los poderes fácticos (ejército e iglesia) inaguraron un monumento presidido por un águila imperial de hojalata hoy sirva de casa a una cigüeña de carne y hueso representando para mi el más vivo ejemplo de paz y libertad.








quarta-feira, junho 25, 2008

Grandes malucos! "Cave Jumping"


Estou impressionado, isto é mesmo desporto extremo! Eu cá não era capaz! Como se diz por aqui: "acojonante"!

Nuevo radar de velodidad

Para reflectir...


O autor deste texto é João Pereira Coutinho, jornalista. Vale a pena ler!

"Não tenho filhos e tremo só de pensar. Os exemplos que vejo em volta não aconselham temeridades.Hordas de amigos constituem as respectivas proles e, apesar da benesse, não levam vidas descansadas.Pelo contrário: estão invariavelmente mergulhados numa angústia e numa ansiedade de contornos particularmente patológicos.Percebo porquê. Há cem ou duzentos anos, a vida dependia do berço, da posição social e da fortuna familiar.Hoje, não. A criança nasce, não numa família mas numa pista de atletismo, com as barreiras da praxe: jardim-escola aos três, natação aos quatro, lições de piano aos cinco, escola aos seis, e um exército de professores, explicadores, educadores e psicólogos, como se a criança fosse um potro de competição.·
Eis a ideologia criminosa que se instalou definitivamente nas sociedades modernas: a vida não é para ser vivida - mas construída com sucessos pessoais e profissionais, uns atrás dos outros, em progressão geométrica para o infinito.É preciso o emprego de sonho, a casa de sonho, o maridinho de sonho, os amigos de sonho, as férias de sonho, os restaurantes de sonho.
Não admira que, até 2020, um terço da população mundial esteja a mamar forte no Prozac.É a velha história da cenoura e do burro: quanto mais temos, mais queremos.Quanto mais queremos, mais desesperamos.A meritocracia gera uma insatisfação insaciável que acabará por arrasar o mais leve traço de humanidade.O que não deixa de ser uma lástima.·
Se as pessoas voltassem a ler os clássicos, sobretudo Montaigne, saberiam que o fim último da vida não é a excelência, mas sim a felicidade!"

terça-feira, junho 24, 2008

Arte de Quintal

E lá ia o "mangas", a passear por a localidade de S. Pedro de Moel, quando se depara com o que se pode chamar "arte de quintal", isto é, num quintal ou jardim, obviamente prosaico, destaca-se algo, como a estátua que vemos na foto, que nos faz recordar que existe arte em todos os sítios... Bom este quintal não devia ser, propriamente, o do "Ti Manel da Horta", mas o do "Ti Manel" com os seus cães de loiça e com as suas conchas incrustadas no cimento das suas paredes também tem alguma arte, nem que seja para ele...

A originalidade do Bloco


Isto é o que podemos apelidar de oposição imaginativa! O Bloco de Esquerda utiliza elementos da cultura popular, tida como de massas, para contestar e denunciar o que vai de mal no, como um amigo meu uma vez me disse, "cagalhão à beira do Atlântico cagado". É uma expressão forte, muito forte, que põe no mesmo saco, de merda, todos aqueles que por aí habitam... mas, como o entendo, há dias de grande revolta!
Mas, menos mal, ainda há consciência crítica (que não sei se chegará a mensagem a todos!). Nesse campo, o Bloco sempre tem tido uma palavra a dizer.
Bom, voltemos à realidade em que Portugal de facto é uma boa metáfora de mar, com grandes tubarões e com muitas sardinhas, pena que já quase não existem meros, atuns, e outros peixes de médio porte...

Bikes da nossa infância...

Quem nasceu e viveu nos finais dos anos 70 e 80, certamente, lembrar-se-á destas bicicletas, uma mistura de shopper com pasteleira, que nos acompanhavam nas brincadeiras de rua e nos passeios inocentes pelos campos que cercavam os locais onde vivíamos.
Por acaso, tive uma bastante parecida, creio que de marca "orbita", mas de cor branca. Era fantástica e então quando eu lhe colava autocolantes do Kitt e do Michael Knight (depois fazia a banda sonora: "tantanranrantantanranran" ou "ow ow, ow ow), ainda era melhor! Mas fantástica, fantástica, ficava quando a quitava com umas cartas de baralho e com umas molas da roupa da minha mãe.
É curioso, volvidos tantos anos, e numa época e que já não existe este tipo de vivência infantil inocente e desenrascada, volto a cruzar-me com o meu passado num escaparate retro de uma loja no centro de Leiria. Enfim, senti-me como aquele dia em que acabei por partir as duas rodinhas de auxilio da minha bike (que com tanto sacrifício me fora comprada) e comecei a correr estradas, tal qual um "homo erectus" de duas rodas...

segunda-feira, junho 23, 2008

Visões de passado e futuro...

"Desportos, desportos há muitos, seu palhaço!"



Que emoção! Isto também é desporto! Depois da azáfama do futebol milionário, das transferências anunciadas, dos bons e dos maus resultados, dos protagonismos e das faltas de humildade da selecção de Portugal, tive a oportunidade de assistir à copa da Europa de Atletismo na cidade de Leiria.
Apesar de ser uma prova a contar mais no âmbito dos escalões e modalidades femininas, também estavam presentes grandes atletas masculinos. Nelson Évora (que tem o nome da cidade que me trouxe ao mundo!) é um deles.
Depois de várias provas, consegui aproximar-me e ver, e fotografar, bem a prova de salto em comprimento de masculinos. Simplesmente espectacular! Que ambiente! Que energia! Que força física e vigor! Que superação!
Foi nesse contexto que consegui "sacar" algumas fotos, entre elas as que vos apresento aqui, apesar da má qualidade da minha objectiva (tenho que ver se tenho possibilidades para investir numa um pouco melhor!). Sem dúvida, apesar do seu pouco valor no contexto do mundo da fotografia, foram as fotos que mais prazer me deram tirar. O desporto é isso mesmo, uma linguagem universal, como a fotografia.
Voltando aos atletas, estas figuras de topo do atletismo mundial, se não têm um patrocínio razoável e mediático, têm bastantes dificuldades na hora de conciliar a sua vida com o estatuto de alta competição que lhes é atribuído. Estes atletas, com regimes de treinos por vezes mais técnicos e exigentes que o dito "desporto rei", não são pagos a peso de ouro e dão muito mais pelo seu país que alguns que andam em bandos de 11 e são patrocinados pelas empresas mais importantes do país.
Tive o prazer de saudar o Nelson e o seu sorriso foi de gratidão pelo reconhecimento, de humildade. Espero que faça muito mais na sua carreira e que os Jogos Olímpicos também lhe reconheçam o trabalho que não é nada fácil. O mesmo desejo a todos os atletas com esta postura e mérito desportivo. A eles, um bem-haja!

Mais uma crónica de Lobo Antunes


Mais uma crónica de Lobo Antunes. Sinceramente, de toda a sua obra (digna já do Nobel), são as crónicas que mais prazer me dão a ler. Mais uma da revista "Visão" desta semana. Cliquem e aproveitem para ler.

sexta-feira, junho 06, 2008

Ángel Sefija

Ángel Sefija, es una tira cómica de humor costumbrista, sobre la realidad inmediata que le rodea, realizada por Mauro Entrialgo, publicada semanalmente en la revista El Jueves.

Su personaje protagonista es Ángel, un hombre de mediana edad, treinta y muchos, con gafas y barba, y todas las semanas expone a través de su viñeta su disertación filosófica sobre un tema en concreto. Tal y como dice la definición del personaje del proyecto original de serie presentado a El Jueves, Ángel ha escrito un libro investigando el folklore urbano, de escasa acogida por parte del público (unos 12 ejemplares vendidos), un manual de autoayuda firmado con un nombre inglés, que fue un éxito en unas navidades y un libro negro sobre la autobiografía de un personaje del mundo del corazón. Sobrevive también elaborando textos para embalajes de juguetes, entre otras actividades de escritor.

Uma sugestão para relaxar!"Auto-Shiatsu"

Smoking is bad

Los gestos, actitudes y momentos íntimos del acto de fumar protagonizan la exposición Smoking is bad, que desde ayer muestra tres decenas de retratos de hombres famosos con un cigarro en la boca en la sala de exposiciones de la Fnac de Callao. Mickey Rourke, Javier Bardem y Steve McQueen son algunos de los actores que han posado fumando para la revista GQ, que organiza la exposición y ha editado, además, un libro con las fotografías de artistas de la talla de Annie Leibovitz o Alberto García-Alix.
El punto de partida de la exposición es la pérdida del tabaco como referente artístico en cine y fotografía. El hábito nocivo ha sido usado como símbolo de elegancia desde los años 50 hasta hace pocos años y ahora toca buscar un sustituto, se plantean los organizadores de la muestra.
In "El País" digital.

"Com tão pouca coisa se constrói o mundo" - Crónica de Lobo Antunes na revista Visão

É só questão de aumentar para poder ler. Também a podem ler na "Visão" desta semana.

quinta-feira, junho 05, 2008

O “Rato Zingão” defende uma reforma agrária.

O Vaticano aponta a reforma agrária e o favorecimento das populações rurais como a solução para a crise alimentar, noticiou hoje a agência católica Ecclesia.

A posição foi manifestada pelo Conselho Pontifício Justiça e Paz, numa nota, por ocasião da cimeira sobre segurança alimentar da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), em Roma (Itália).

"A questão da reforma agrária nos países em vias de desenvolvimento não pode ser descurada, para que se confira a propriedade da terra aos cidadãos e se favoreça assim o uso de milhares de hectares de terra cultivável", refere a nota, citada pela Ecclesia.

A Santa Sé considera que a escalada dos preços dos bens alimentares "poderia transformar-se numa oportunidade de crescimento para os países mais pobres do mundo", desde que as nações mais ricas se empenhem no seu "desenvolvimento agrícola".

O Conselho Pontifício Justiça e Paz revelou-se igualmente preocupado com a eventual redução da área de cultivo face à produção de biocombustíveis.

"Não se pode pensar em diminuir a quantidade de produtos agrícolas destinados ao mercado de alimentos, ou às reservas de emergência, a favor de outros fins que, mesmo se pertinentes, não satisfazem um direito fundamental como o da alimentação", assinala a nota.

O Vaticano lamenta ainda a especulação financeira sobre as matérias-primas, pedindo a "regulação" de preços.

Não poderia estar mais de acordo. No entanto é curioso ver uma intituição, com um ex-SS à frente, a ter um discurso que nos remete para o comunismo, para a repartição igualitária e sustentável da terra. Eu junto mais um detalhe. Com medidas deste tipo, talvez possamos pôr o interior de alguns países novamente nas agendas políticas de muitos países. É óbvio que as grandes urbes não podem viver sem o pão nosso de cada dia e vão buscá-lo à padaria típica do interior que tantas vezes esquecem.

Persépolis

“Persépolis” es la conmovedora historia de una chica iraní desde la revolución islámica hasta los días de hoy. La historia comienza cuando los fundamentalistas toman el poder forzando a las mujeres a llevar velo y encarcelando a miles de personas. Sin embargo ella es muy astuta y descubre el punk, ABBA y a Iron Maiden mientras vive el terror de la persecución del nuevo gobierno y la sangrienta guerra entre Irán e Irak. Como adolescente la envían a Europa donde por fin puede comparar otras culturas con el fundamentalismo religioso del que escapó.

Esta película de animación francesa es la adapatación de una “graphic novel” de Marjane Satrapi y es, sin sombra de duda, una obra de un extremo valor humano. Curiosamente, Persépolis, el cómic, viene precedido de un considerable éxito de ventas para una obra con sus características y creo que lo mismo va a pasar con esta película que merece la pena ser vista.

O gato bibelô

O gato bibelô, imóvel, lentamente estático, fixa o seu olhar soturno na cadeira preenchida por um pretenso dono daquilo que a sua natureza renega.

O gato bibelô, calmo e sereno, é o mestre zen e faz de seu templo um altar de revistas e uns escassos livros, onde a força dos alteres é vencida pelo niilismo.

O gato bibelô, no silêncio verdejante dos seus felinos olhos, sabe aproveitar o tempo, não se cansa, poupa energia e, ao fim do dia, se lhe apetecer, volta a ser…

O gato bibelô.


quarta-feira, junho 04, 2008

Montra de uma padaria típica em Leiria


É com agrado que descubro, em plena praça Rodrigues Lobo, na cidade do Lis, uma bicicleta, estilo ye-ye, numa montra de uma padaria. Ficou bonito e remete-nos para o tempo em que muita gente ia ao pão, ou o distribuía de bicicleta. Pena um detalhe, esta ye-ye já não é de fabrico português, apenas se mantém o banco Tabor, mas sim chinês ou tailandês... Curiosidades...