29/VIII/2025: No suelo compartir publicaciones del pasado (es una costumbre que mantengo para intentar alejarme de la nostalgia —¡y no tuviese yo sangre “saudosa”!—). Sin embargo, al leer una reflexión de Irene Vallejo sobre el brutalismo imperante en la forma de comunicarnos y en la sociedad en general, y unas palabras de Carolina Yuste acerca de que quienes no envenenan con discursos de odio, ni reducen a simplismos lo que es complejo, no deben abdicar de su presencia en las redes sociales, he decidido volver a publicar una de las crónicas que sé que no han empeorado el mundo. Se llama “Ser amable”, fue publicada en “Mais Alentejo” en 2019, y merece la pena intentarlo.
29/VIII/2025: Não costumo partilhar publicações do passado (é um hábito que mantenho para tentar afastar-me da nostalgia — e não tivesse eu sangue “saudoso”! —). No entanto, ao ler uma reflexão de Irene Vallejo sobre o brutalismo imperante na forma de nos comunicarmos e na sociedade em geral, e umas palavras de Carolina Yuste acerca de quem não envenena com discursos de ódio, nem reduz a simplismos o que é complexo, não dever abdicar da sua presença nas redes sociais, decidi voltar a publicar uma das crónicas que sei que não tornaram o mundo pior. Chama-se “Ser Amável”, foi publicada na “Mais Alentejo” em 2019, e vale a pena tentar.
https://senderosdereflexao.blogspot.com/2025/08/cronica-ser-amable-de-luis-leal-in-mais.html
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