terça-feira, setembro 16, 2008
segunda-feira, setembro 15, 2008
Bestiario
El pasado viernes estuve en mi pueblo alentejano, mi ciudad natal Évora y me alegré mucho con una actuación de un grupo de teatro extremeño, el Teatrapo, con su espectáculo de calle titulado 'Bestiario', que dio alegría y color a las calles de esta ciudad que últimamente no tiene muchas actividades culturales. Hay que c
ongratular y aplaudir la organización y los artistas que, con muy pocos apoyos, tiran para adelante con muchas dificultades.
Es con mucho placer que veo mi Alentejo enamorado de mi Extremadura y con verdaderas relaciones culturales y artísticas…
S. António perdeu a cabeça, mas não o menino
Mas, numa fonte de Leiria, já S. António perdeu a cabeça há muito tempo, e não foi por a malta, conotada com as músicas dos "Village People", vir casar a Espanha ou a outros países que lhes reconheçam direitos de cidadãos completos. Há testemunhas que afirmam que, cada vez que o "Santo Padre" fala, este Santo (que ainda não sabe se há-de ser de Lisboa ou de Pádua) treme com o menino nas mãos... é preciso ser santo...
Quando mija um português, mijam dois ou três...

Esta fotografia não foi tirada em nenhum desses sítios, mas sim num restaurante, à beira da estrada nacional, na terra de D. Sebastião José de Carvalho e Melo, vulgarmente chamada de Pombal.
Foi aqui que comi arroz de tomate e peixe frito (enfarta brutos), regado com aquilo que o empregado de mesa chamou "tintinho da América". Ora adivinhem lá!? É claro, o vinho que o Pai Natal bebe todos as épocas festivas!!!
O restaurante era grande, mas a sua grandiosidade tem mais que ver com o facto de albergar 12 urinóis do que com o seu real tamanho!
Sentado na morte, tento a sorte...
Não sei qual será o verdadeiro significado, o que é certo é que a traseira deste camião remete-nos para o perigo que é conduzir por essas estradas fora...Ainda bem que tinha o meu telemóvel e pude guardar esta situação tão peculiar para publicar neste nosso blog.
O meu lado infantil, impregnado de influências de bd, fez-me logo pensar que era um camião radioactivo e tudo o que poderia acontecer em caso de acidente... eu que ia atrás não me importava de tornar um Daredevil (sem a cegueira, mas com a Elektra!)...
domingo, setembro 14, 2008
Paralimpicos Pt
Apenas, simplesmente, um OBRIGADO aos nossos atletas.
Aos mais pequenos, menos notados.

Obrigado por serem os melhores, por nos darem sempre mais e mais medalhas.
P.S – Desculpem a falta de notoriedade, de serem noticia, “A” notícia de abertura do horário nobre das televisões.
sexta-feira, setembro 12, 2008
A banda desenhada nas ruas de A Corunha
Fotos: Pedro L. Cuadrado
quinta-feira, setembro 11, 2008
El remedio a la crisis - Más de la mitad de los empresarios nunca se había enfrentado a una crisis.

"Una empresa de consultoría a nivel nacional, Improven, ha detectado que más de la mitad de los empresarios españoles nunca ha hecho frente a una situación de crisis. Hasta ahora, sólo un 47% de ellos ha tenido que lidiar con contratiempos que hayan requerido la creación de planes especiales de choque. Hoy, con la crisis que nos acecha, muchos empresarios pueden pagar la novatada.
La falta de experiencia siempre trae problemas, y los momentos de recesión no son una excepción. La inexperiencia puede hacer que muchos directivos no sepan cómo actuar frente a los reveses económicos que una crisis trae consigo, y esto puede tener consecuencias muy negativas, que en el peor de los casos pueden llevar a una empresa a desaparecer.
Por ahora, los empresarios españoles están notando los efectos del “ciclón”; a día de hoy, un 77% de las empresas está sumida en la crisis. Sin embargo, hay que recordar que todos los problemas tienen solución. Cuanto antes se defina y se aplique ésta, mucho mejor.
Un líder debe tener claro que la actitud que tome ante este problema puede ser la clave para el éxito o, por el contrario, para acabar en un desastre total. Ante esta situación, los expertos recomiendan mantener una visión optimista y poner en marcha un plan de actuación de un año como máximo. Estos son algunos de los remedios a la crisis:
· No dejar de planificar a largo plazo. Necesitamos soluciones a corto plazo, pero siempre tenemos que mirar hacia delante para volver a conseguir resultados fructíferos en un futuro. La empresa no puede estancarse en la crisis.
· Hay que ser capaces de reconocer los propios errores, pues esto facilitará que puedan solucionarse.
· Gestionar el orden y los costes meticulosamente es vital. No podemos permitirnos el lujo de tener gastos innecesarios en momentos delicados.
· No hay que olvidarse tampoco en este momento de la competencia, porque si se sabe gestionar durante esta etapa mejor de lo que lo hacen sus adversarios, la compañía saldrá fortalecida.
Seguir estos 4 consejos puede resultar muy útil en los tiempos que corren. Sin duda, salir de una crisis es más sencillo cuando uno tiene la experiencia suficiente para esquivar cada obstáculo que aparece en el camino".
Mas, reza a história que, num país ibérico, não sei bem qual, sempre houve formas peculiares de enfrentar crises, reza-se a S. Subsídio, põe-se uma cunha ao padrinho político, espera-se que D. Sebastião marque um golo pela selecção, compra-se um Ferrari para carregar tijolos para uma firma de construção civil, queixam-se no café e furam greves... enfim, tudo isto com um bom telemóvel no bolso (pago a prestações) e com um consumo "topo de gama", enquanto têm uma produção anedótica... Ironia? Pura estupidez colectiva? Fatalismo? Falta de confiança e auto-estima?
Nem sei e já nem tento responder.
"La Saeta"
| ¿Quién me presta una escalera, para subir al madero, para quitarle los clavos a Jesús el Nazareno? Saeta Popular | |
¡Oh, la saeta, el cantar al Cristo de los gitanos, siempre con sangre en las manos, siempre por desenclavar! ¡Cantar del pueblo andaluz, que todas las primaveras anda pidiendo escaleras para subir a la cruz! ¡Cantar de la tierra mía que echa flores al jesús de la agonía, y es la fe de mis mayores! ¡Oh, no eres tú mi cantar! ¡No puedo cantar ni quiero a ese Jesús del madero, sino al que anduvo en el mar! | |
quarta-feira, setembro 10, 2008
Os meus herois

Fernandes, que já tinha conquistado o título em Atenas 2004, venceu o jogo para atribuição da medalha de ouro, que garantiu desde logo as primeiras medalhas para Portugal, por 8-1 (2-0, 2-0, 4-0 e 0-1). A medalha de bronze foi para o irlandês Gabriel Shelly, que venceu o chinês Yi Wang.
Foi a segunda vez na história dos Jogos Paralímpicos que dois atletas portugueses se defrontaram na final de um torneio de boccia. Em Sydney 2000 José Macedo venceu Armando Costa na categoria BC2.
Podia ser "Sport Lisboa e Redondela"...
Este é um claro exemplo como o desporto pode ser um meio útil e eficaz nas relações transfronteiriças. Veja-se que a galega "Redondela Escola Fútbol Base" conta com a colaboração do clube português (o "glorioso" para mim, mas deixemos clubismos!) do Sport Lisboa e Benfica. É curioso, não é? Nesta zona de influência esperaríamos, quem sabe, o F.C. do Porto ou algum outro clube do norte de Portugal, ou, simplesmente, de nenhuma instituição desportiva lusa.
O futuro está nestas relações amplas, mais completas e, quem sabe, vamos ver o Real Madrid a apoiar o Sport Lisboa e Évora...
Não, não vou por onde vais...
terça-feira, setembro 09, 2008
Dreams in Colour
Há muitos anos que conheço este artista oriundo de outra das cidades da minha vida, Leiria. Trata-se do David Fonseca, ex-Silence4, e um dos mais destacados artistas da pop portuguesa, em inglês (e não só), que já conta com três álbuns a solo.
Por acaso, também há muito que queria assistir a um concerto seu desta “gira” e tem sido por pouco que nunca assisti (falta de tempo, não coincidência com as datas…), até à semana passada que, na companhia do meu amigo Gonçalo e da minha amiga Xana, pude desfrutar do seu espectáculo em Montemor-o-Novo.
Valeu a pena a espera e o esforço (após um dia de cansaço) assistir a um espectáculo que me fez voltar no tempo
, até aos meus infantis anos 80, e reviver uma estética musical e icónica em que todos podíamos ser não só uma rádio star, mas sim uma “Videostar”! E não fossem os anos loucos do nascimento da MTV!
Creio que se pode constatar o bom ambiente através da minha objectiva que congelou estes momentos em que os sonhos foram coloridos…
Desafio à leitura

"Todos conhecemos casos de pessoas com cancros terminais que cedem à doença e se preparam para uma difícil jornada até chegar a sua hora. A história de Randy Pausch vem inverter a tendência mostrando ao mundo primeiro através de um vídeo, com mais de seis milhões de visitantes, e depois do livro, como se pode superar momentos que se adivinham fatais. Pausch, professor na Pensilvânia, cumprindo a tradição americana de leccionar a última aula, assim que soube do seu estado avançado de cancro metastático, organizou uma conferência na Carnegie Mellon University, onde perante o olhar incrédulo da assistência deixou um verdadeiro testemunho de vida, pedindo para ninguém sentir pena dele que era decididamente o pior que lhe poderia acontecer. Ao demonstrar o seu pensamento positivo e o forte apelo para encarar a situação da melhor forma possível, o professor deu também exemplos da sua boa condição física, fazendo algumas flexões no decorrer do discurso. O livro baseia-se nesta palestra ministrada em Setembro de 2007, onde Pausch não se debruçou sobre o tema da morte, mas antes sobre a importância de realizar os sonhos da infância e aproveitar cada momento como se fosse o último. A última aula revelou-se assim um legado para o futuro, não só para os seus pequenos três filhos como para todos os que querem encarar a vida pelo lado certo."
«A palestra de Pausch inspirou milhões a seguir o seu exemplo.»USA Today
«Com a clareza de espírito que talvez só uma pessoa que enfrenta a morte pode ter, o livro de Randy Pausch dá-nos a sua receita para uma vida feliz… A sua verdadeira sabedoria consiste em tentar aproveitar cada dia que lhe resta com a família, ao mesmo tempo que tenta prepará-los para uma vida sem ele.»New York Times
«Considero a palestra de Pausch mais útil do que qualquer um dos livros sobre liderança e motivação que vieram parar à minha secretária este ano.»Financial Times
segunda-feira, setembro 08, 2008
terça-feira, setembro 02, 2008
Um pouco de humor
Sobre o tampo da mesa
Rabo de Cavalo cotovelo-groselha
defronta Patilhas Grisalhas cerveja-cotovelo
Falam de dominguins versus ordoñez
de hemingways na brecha na querela
do assassino mano a mano
Falam a ouro e a sangue no ruedo de mármore
Sob o tampo da mesa
três joelhos conversam roçagantes:
o dele (sarja) entre os dela (nylon).
Rabo de Cavalo está quadrada.
Patilhas Grisalhas então entra a matar.
O sobre e o sob logo se confundem.
Que prometia (olé) o cartaz dele?
(Entre a Cortina e a Vidraça, 1972)


